Tanto o STF (Supremo Tribubal Federal) quanto o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) estão avançando no uso da chamada inteligência artificial. Quais problemas isso podem gerar? Como se antecipar a possíveis equívocos e graves injustiças? Como é possível confiar em decisões que são adotadas por soluções automatizadas determinadas por algoritmos opacos, sem transparência? Para debater essas questões, o Tecnopolítica traz a conversa de Sergio Amadeu com o advogado especialista em regulação Henrique Felix de Souza Machado.

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